25 julho 2008

O tempo que voa



Este mês tem sido especialmente intenso para mim. Além de um projecto de trabalho bastante complexo tive a visita do meu irmão vindo do Brasil. Desde que se mudou para lá há dois anos que esta altura é sempre vivida com muita antecipação por toda a família. As saudades acumulam-se e poder estar com ele, com a minha cunhada e com a minha afilhada novamente é um enorme prazer.

Infelizmente sabe sempre a pouco. Chegaram há três semanas e ontem já foram embora. Ficaram as memórias das jantaradas, dos convívios, das gargalhadas e do sorriso e jeito meigo da minha afilhada. Não é fácil tentar condensar um ano de saudades em poucos dias, mas temos de aproveitar o que a vida nos dá.

Agora eu e o Zintori estamos em dívida para com eles e por isso, em princípio, a próxima visita será nossa. Até lá, o conta-quilómetros da saudade já começou a marcar passo.

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