17 janeiro 2007

À flor da pele

"A minha pele é a minha biografia não escrita. Relembra-me que sou uma mulher de 53 anos que sorriu e franziu o sobrolho e, ocasionalmente, trabalhou demasiado tempo ao sol do deserto. Eu gosto de ver a minha pele a mudar porque é uma das poucas partes do corpo em que isso é possível. Não podemos ver o fígado ou o coração, mas a pele sim."
Numa época em que as marcas da idade são apagadas por cirurgia ou computador, a Dra. Nina Jablonski, que chefia o departamento de Antropologia da Universidade da Pensilvânia, resolveu escrever a história da pele. Para além da faceta dermatológica, a pele sempre teve um papel preponderante na sociedade humana e é esse lado que agora é revelado no livro Skin: A Natural History. Para assinalar a sua publicação, o NY Times publicou uma interessante entrevista com a autora que pode ser lida aqui.

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