27 janeiro 2006

O presente eterno



Quando Henry M., na altura com 27 anos, entrou num hospital, em 1953, para uma cirurgia radical que supostamente lhe curaria a epilepsia, estava esperançado que a sua vida melhoraria. Em vez disso, ficou preso no tempo. Para ele a TV é sempre uma invenção nova e cada vez que se vê a um espelho apanha um choque por parecer tão velho.

A remoção de grandes secções dos seus lóbulos temporais deixaram Henry incapaz de formar novas memórias, mas a sua perda trágica revolucionou o campo da psicologia e fez dele o indivíduo mais estudado na história da investigação cerebral.

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When twenty-seven year old Henry M. entered the hospital in 1953 for radical brain surgery that was supposed to cure his epilepsy, he was hopeful that the procedure would change his life for the better. Instead, it trapped him in a mental time warp where TV is always a new invention and Truman is forever president. The removal of large sections of his temporal lobes left Henry unable to form any new personal memories, but his tragic loss revolutionized the field of psychology and made "H.M." the most-studied individual in the history of brain research.
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