31 dezembro 2004

Obrigado



Obrigado ao meu mo�o por me aturar durante um ano tumultoso e continuar a ser o melhor companheiro que se pode desejar.

Obrigado � minha m�e por sempre se preocupar comigo e me fazer sentir especial.

Obrigado aos meus irm�os por continuarem a ser os meus grandes amigos.

Obrigado aos meus tios por serem a presen�a mais velha que tanto me equilibra e faz dar maior import�ncia ao "agora".

Obrigado � minha sobrinha pelo brilho nos olhos sempre que me v�.

Obrigado aos amigos (voc�s sabem quem s�o) simplesmente por serem o que � raro: bons e incondicionais amigos.

Obrigado aos familiares dos familiares e aos amigos dos amigos que nos transformam a todos numa grande fam�lia.

obrigado a quem l� o farpas e por me aturar ao longo destes meses todos.

Para todos voc�s Feliz Ano Novo e... obrigado.

2005

30 dezembro 2004

2004


Iraquiano capturado pelos americanos.


Soldado americano desidratado.


Um sapato encontrado na praia ap�s a passagem do furac�o Jeanne pelo Haiti.


O primeiro casal do mesmo sexo a casar-se em Boston.


Um jogo de polo aqu�tico durante os Jogos Ol�mpicos de Atenas.

O ano em imagens. Visto por olhos americanos.

via Metafilter.

29 dezembro 2004

Susan Sontag (1933-2004)



"Provavelmente eu tenha uma consci�ncia superdesenvolvida, de forma a achar que sempre � minha obriga��o participar das discuss�es p�blicas sobre pol�tica e cultura. Essa � a cidad� em mim. Provavalmente eu tenha lido muito Kant na minha juventude [...] N�s vivenciamos uma mudan�a t�o radical nos Estados Unidos, e h� t�o pouca cr�tica aberta, que eu me sinto na obriga��o de me manifestar."

Nunca observadora passiva, nunca condescentente, sempre interessante. Susan Sontag morreu ontem.

Um tiro ao lado



Hoje fomos ver o Alfie. Al�m dos olhos, corpinho e sorriso malandro de Jude Law, dos fatos Gucci e da frase "Dead as Disco" que uma das personagens profere a respeito da morte da mulher, nada se aproveita nesta remake frouxa.
Para esta noite trouxe o Spartan de David Mamet para ver se isto melhora.

Are you sure ?



via Swirlspace.

As amigas do mo�


Hoje tive o primeiro jantar com as mo�as que trabalham com o meu mo�o. Nos �ltimos anos, sempre que o meu mo�o muda de emprego � inevit�vel, mais tarde ou mais cedo, ser confrontado com um jantar em nossa casa com os colegas de "maior confian�a".
Eu como sou o oposto e detesto misturar trabalho com vida pessoal l� fa�o o jeito, meio a contra-gosto. O plano � sempre estar o mais ocupado poss�vel para n�o ficar sozinho com quem n�o conhe�o e acontecerem aqueles sil�ncios inc�modos. S� que desta vez as coisas foram muito diferentes. Tr�s gajas aos berros � porta foi a sauda��o que vislumbrei e ouvi (o B�ris tamb�m e correu directo para debaixo da cama). Finalmente ganhei coragem, respirei fundo e fui cumpriment�-las. Uma j� conhecia e era super simp�tica, e as outras tamb�m iam pelo mesmo caminho. O jantar decorreu sob o tema da empresa onde todos trabalham. Para mim foi um bocadinho seca essa parte porque n�o estava dentro do esp�rito "corporativo". Quando a conversa virou para sexo e quem era "bom" e "muito bom" ent�o as coisas animaram. Munido de uma revista com as 100 estrelas mais sexy de sempre o meu mo�o p�s, inteligentemente, em marcha uma aprecia��o detalhada por parte das meninas de quem aparecia na dita lista. O divertido � que n�o havia grande distin��o entre homens e mulheres e para elas, desde que tivesse estilo ou fosse realmente jeitoso(a), marchava (s� para ficar registado, Johnny Depp (& esposa) foi o grande vencedor, seguido de perto por Angelina Jolie)... A partir da� as coisas rolaram muito mais suavemente e as conversas sobre o trabalho descambaram, agradavelmente, para o baixo n�vel.
No final, ap�s uns valentes copos, o ser�o terminou. Ficou para mim a confirma��o de que, afinal, alguns jantares destes podem at� ser uma surpresa e que as gajas que trabalham com o meu mo�o s�o completamente maradas. Adorei e voltem sempre.

28 dezembro 2004

L�sbicas, disse ela.



Hoje estivemos a ver o filme "Um Corpo na Biblioteca" que deu na RTP e a �ltima coisa que esperava de uma adapta��o de um livro de Agatha Christie era descobrir que afinal as assassinas eram um casal de l�sbicas. E muito avan�adas para a �poca, com beijos na praia e "I love you"s gritados por entre portas na cadeia. E � claro que eram maquiav�licas at� dizer chega. Ali�s, ao p� delas a Catherine Tramell era uma amadora.

O livro � - obviamente - muito diferente, mas os produtores devem ter achado boa id�ia actualizar as coisas dando um toque de sensacionalismo. E a quest�o que fica no final de tudo isto �: "There's no such thing as bad publicity" ?

27 dezembro 2004

E nem tirou a camisa...



Hoje vi um filme t�o mau que a �nica coisa de jeito era o palminho de cara do pior actor do elenco.

26 dezembro 2004

Tsunami



H� dias que nos p�em a vida em perspectiva.

25 dezembro 2004

Natal 2004 - O melhor cartoon



via Os Tempos Que Correm.

E dura, e dura...



Depois da barrigada de bacalhau, polvo e doces da consoada l� sigo hoje estoicamente para o almo�o de Natal. J� prometi a mim mesmo no dia 3 voltar �s m�quinas de tortura para combater todas estas asneiras.

Um feliz dia de Natal para todos.

24 dezembro 2004

E-Card

23 dezembro 2004

Natal 2004 - O Cl�ssico

Natal 2004 - O Mundo Moderno III

Natal 2004 - O Mundo Moderno II

Natal 2004 - O Mundo Moderno I

Olha o gelo da moda!



Por 50 euros j� se pode ter o gelo mais chique do mundo. Agora s� faltam uns famosos c�s entrela�ados entrarem tamb�m no mercado e aparecer um an�ncio com o Santoro a banhar-se em p�lo gelo. Isso sim � que era marketing.

via Oh la la Paris.

21 dezembro 2004

O que � nacional � bom



Ontem durante um zapping apanhei uma reportagem sobre o �ltimo dia da pe�a da Ana Bola e da Maria Rueff. Tudo muito normal at� que aparece em palco a Maria Vieira para lhes fazer uma surpresa e tr�s com ela a tira-colo um jovem MAW (modelo, actor, whatever) que nunca tinha visto, Jos� Fidalgo. Al�m de ser bem apessoado n�o se coibiu de brindar a plateia com um strip improvisado, revelando dotes art�sticos deveras impressionantes. Por isso, e para n�o serem sempre mo�oilos estrangeiros a alindarem o farpas aqui fica um portf�lio tr�s-em-um do rapaz. Que tal ?

20 dezembro 2004

Sangue, suor e l�grimas



"I didn't put a knot into the end of the rope. If there was nothing down there, I would fall, and it would be quick."
Joe Simpson, Touching the Void

Ontem � tarde vimos o filme Touching the Void que (n�o sei bem como) o meu clube de v�deo (geralmente mais orientado para filmes de ac��o e com�dias light) tinha para l� perdido no meio das novidades. Foi uma oportunidade rara para ver o document�rio que o ano passado ganhou - para surpresa geral - o Bafta de melhor filme brit�nico.
O document�rio narra a verdadeira hist�ria de dois alpinistas que escalaram a montanha Siula Grande nos Andes e que sofreram priva��es tais que por um grande milagre n�o foram parar ao outro mundo. Os azares s�o tantos, as condi��es t�o extremas e os dilemas t�o excruciantes que � imposs�vel n�o sofrer juntamente com eles e ficar boquiaberto com o desenlace final. Tenho que confessar que n�o sou grande f� de alpinismo nem de hist�rias ligadas � modalidade, mas realmente esta hist�ria em particular e a excelente forma como � encenada (e narrada) ultrapassa o mero "conto da montanha".
Espreitem no vosso clube de v�deo e se ele estiver por l� n�o hesitem em alug�-lo. De certeza que n�o se v�o arrepender.

19 dezembro 2004

Oh Oh Oh, NOOOO!



Para muitos pais deve ser uma novidade ver os filhos aos berros ao p� do Pai Natal do shopping. Mas v�o por mim, eu tamb�m tinha um medo dos diabos dele. E ainda hoje o acho estranhamente sinistro. Por isso, e para iniciar esta semana natal�cia, nada melhor do que uma galeria de crian�as em p�nico ao p� do Pai Natal. A de verde na foto, caso estranhem a pose, est� a tentar fugir mas os irm�os est�o a agarrar o casaco por tr�s. Very, very creepy.

via Metafilter.

17 dezembro 2004

Homenagem ao Modelo Desconhecido



Eles est�o nas embalagens de roupa interior, nos cat�logos que a nossa m�e tem em casa, nos panfletos metidos �s d�zias na caixa de correio. Quem nunca interrompeu bruscamente o desfolhar desinteressado de uma revista para olhar mais atentamente para um mo�oilo completamente desconhecido ? Quem nunca viu com um olhar mais atento as caixas de boxers no hipermercado ? � por estes pequenos momentos de "'Pera l�!" que, em nome do Farpas, aqui fica a minha sincera homenagem a um grande her�i an�nimo da actualidade: o Modelo Desconhecido.

O (very nice) complete stranger da foto vem da Amazon e esperemos que seja o primeiro de muitos a alindar o Farpas. God bless you.

Entretanto, aqui ao lado



Bons Ventos

Centenas de gays e l�sbicas espanh�is foram presos em centros de reeduca��o sexual durante a ditadura franquista.
Finalmente, na quarta-feira, o parlamento espanhol reconheceu o sofrimento destas pessoas e ofereceu o seu apoio.

O presidente do parlamento, Manuel Marin, que leu a carta de reconhecimento, sublinhou o facto de muitos homossexuais s� terem sido libertados em 1979, dois anos ap�s a amnistia para os presos do regime ter sido introduzida no pa�s.

Maus Ventos

A Igreja Cat�lica (who else?) lan�ou esta semana uma campanha contra o ante-projecto de lei que legalizar� o casamento gay em Espanha, apresentando um folheto "explicativo" com um rec�m-nascido na capa com a frase "Um homem e uma mulher o criou". Entretanto, a decis�o sobre o casamento gay ser� tomada pelo parlamento espanhol na primeira semana de janeiro. Crucemos los dedos, Chicos y chicas.

14 dezembro 2004

Cat fight



Fasten your seatbelts, it's going to be a bumpy night!
--Margo Chaining

Um dos meus filmes preferidos d� hoje na RTP Mem�ria �s 21:30. All About Eve (ou no econ�mico t�tulo portugu�s, Eva), com Bette Davis e uma estreante Marilyn Monroe, � um grande cl�ssico (e favorito do p�blico gay) e conta com alguns dos di�logos mais deliciosamente c�nicos jamais escritos para cinema. Foi ali�s a inspira��o para o Todo Sobre Mi Madre de Almod�var. Uma sess�o de cinema a n�o perder.

Sorry



Nesta altura do ano o trabalho est� a ser de loucos e o blog ressente-se. Por isso n�o liguem, e desculpem, se at� ao Natal os posts aparecerem em n�mero mais reduzido que o habitual.

Cusquice



Olhem quem � que se juntou...

12 dezembro 2004

Uma porquinha chamada D�ris



Apresento-vos a D�ris a minha (linda) primeira prenda de Natal!
Ontem � noite foi totalmente inspeccionada pelo Russo-de-mau-p�lo e instalou-se na sala onde j� faz parte da mob�lia fam�lia.
A maldita da Ritzenhoff � que ainda vai ser a minha desgra�a.

Todos iguais



Ao fim de sete meses come�am os div�rcios de casais gay em Massachusetts. Os Velhos do Restelo esfregam as m�os de contentes afirmando que a prom�scuidade n�o permite este tipo de rela��o, esquecendo-se do facto de que que a taxa de div�rcio para straigths nos states � superior a 50%. No fundo isto s� prova que casamento, gay ou hetero, � tudo igual.

11 dezembro 2004

Era inevit�vel



minimalismo electr�nico

via Metafilter.

O efeito renas



"I think there should be something in science called the "reindeer effect." I don't know what it would be, but I think it'd be good to hear someone say, "Gentlemen, what we have here is a terrific example of the reindeer effect."".
-- Jack Handy

09 dezembro 2004

Alta Infidelidade



Carrie: Well, I think maybe there's a cheating curve. That someone's definition of what constitutes cheating is in direct proportion to how much they themselves want to cheat.
Miranda: That's moral relativism!
Carrie: I prefer to think of it as quantum cheating.

-- O Sexo e a Cidade


Todos sabemos que h� rela��es e rela��es. H� quem tenha um caso durante alguns meses sabendo de antem�o ou constantado aos poucos que n�o vai dar em nada, h� quem apenas queira quebrar o recorde anterior de tr�s dias consecutivos de rela��o e h� quem invista numa rela��o duradoura e que at� tenha juntado os trapos . Neste �ltimo caso, o que fazer quando a �nica pessoa numa rela��o a longo prazo acaba por sermos apenas n�s mesmos ? O que fazer com toda a raiva e frustra��o que se apodera de n�s quando constatamos que o esfor�o, energia e amor de v�rios anos de rela��o afinal eram apenas um pro-forma para a outra pessoa ? Em dedica��o a um grande amigo vou falar um pouco sobre infidelidade.

Quando penso em infidelidade geralmente lembro-me de tr�s cen�rios poss�veis. � claro que a imagina��o humana n�o tem limites, mas, for argument sake, vamos nos cingir apenas a tr�s.

A Infidelidade Pontual (IP) � a melhor e a pior. No cen�rio mais simples, quem a pratica acaba por se sentir na merda, a pessoa com quem a praticou acaba por perceber que foi usada e a pessoa tra�da acaba por se sentir magoada.

A Infidelidade em S�rie (IeS) � muito mais complexa. Porque quem a pratica considera-a banal e leg�tima, a(s) pessoa(s) com quem a praticou sabe(m) que pode(m) continuar � espera de mais sem o peso de uma rela��o a s�rio, e quem � tra�do vive na doce/amarga ilus�o de que tem uma RLT quando na realidade s� se tem a si pr�prio.

A Infidelidade Acordada (IA) � um misto das duas. Tenta retirar a culpa de quem a pratica relativizando o sexo e colocando-o na redoma de "necessidade f�sica". Neste caso, ambos concordam com rela��es ocasionais com outras pessoas desde que n�o ultrapassem o sexo puro. Infelizmente raros s�o os casos em que � praticado em grau de igualdade. Geralmente quem mais vive a rela��o acaba por ceder a este tipo de acordo, com medo de algo pior. O mo�o do blog Wet Dreaming vive - publicamente - uma rela��o destas j� h� dez anos. A regra que segue � que ele s� pode ter sexo com outras pessoas quando o namorado n�o est�. Como o namorado trabalha durante a semana noutra cidade tudo resulta na paz dos anjos. Agora o que eu me pergunto � o que acontecer� quando um dia viverem juntos e acabarem os time-outs ?

Os problemas a s�rio n�o come�am depois da infidelidade consumada, mas, obviamente, depois da sua descoberta. A sensa��o de seguran�a desaparece e d� lugar � incredulidade ("n�o, ele n�o me fez isto"), seguindo-se da raiva ("filho da m�e") e da indiferen�a ("para mim ele n�o existe"). S� que para passar de umas fases para as outras o desgaste emocional � enorme. E geralmente a outra parte tende a n�o colaborar. Come�a por negar tudo e depois entra na fase gramatical do G�nero ("ele nem faz o meu tipo"), N�mero ("foi s� uma vez") e grau ("foi apenas uma quecazinha"). Quem � tra�do s� tem duas solu��es. Ou sente que o reavivar da rela��o vale a pena e que tudo n�o passou de uma IP ou que afinal era uma IeS e que n�o h� rem�dio poss�vel. Ou como alternativa entra num esquema de IA (que tamb�m pode significar, convenientemente, intelig�ncia artificial) sem grandes garantias de um futuro risonho.

�s vezes as rela��es resultam, outras vezes n�o. O importante � conseguirmos transformar uma experi�ncia dolorosa em aprendizagem �til. A pr�xima rela��o (que quem foi tra�do jura a p�s juntos que nunca mais querer�) ir� inevitavelmente ocorrer. Conv�m � que as li��es do passado sejam aproveitadas para n�o se cair uma segunda vez na mesma situa��o. Ou, como ningu�m � anjinho, n�o acabarmos n�s pr�prios no papel do outro.

07 dezembro 2004

Um mundo � parte



L� fora a campanha sobre a SIDA era tamb�m dedicada ao tema das raparigas e das mulheres. Mas vejam a diferen�a.Os cartazes em vez de exibirem fetos e frases feitas sobre a "MORTE", alertam para os problemas de desigualdade que as mulheres enfrentam e que muitas vezes as deixam sem alternativas e expostas ao HIV. Afinal � poss�vel ter uma campanha de sensibiliza��o sem dramatismos bacocos e recurso a fotografias de fetos. Imaginem!

Be afraid, be very afraid



Este ano o tema das campanhas sobre a SIDA era dirigido, e muito bem, �s raparigas e mulheres. O que eu n�o percebo � este cartaz da "Funda��o Portuguesa A Comunidade contra Sida" que apareceu agora perto da minha casa. O que significar�, num campanha sobre SIDA, a exibi��o de uma fotografia de um feto na barriga de uma gr�vida acompanhada do slogan "usem preservativo" ? Que deve-se usar preservativo para n�o ficar gr�vida e seropositiva ? Que as mulheres gr�vidas devem usar preservativo para n�o contaminarem o feto ? E n�o se arranjava uma frasezita melhor que (a dramaticamente rid�cula) "N�o colaborem com a MORTE" ? Ali�s, a mensagem do cartaz � de tal forma estranha que ao longe confude-se com uma campanha pr�-vida em rela��o ao aborto. Ser� coincid�ncia ? Se f�r ent�o esta dever� ser a pior campanha sobre o tema que j� vi em Portugal. E n�o, a falta de "meios" n�o justifica tudo.

Ignobel da Medicina



Pela mil�sima vez uma equipa de pesquisa cient�fica norte-americana, que n�o deve ter mais nada que fazer, tentou encontrar a causa para a homossexualidade. A conclus�o (?) a que chegou � que mulheres que tomam p�lulas para emagrecer e para a tir�ide durante a gravidez est�o mais propensas a terem filhos homossexuais. Daqui a seis meses j� sabemos que vem a not�cia de que afinal existiram uns pequenitos erros processuais e fica tudo em �guas de bacalhau.

Eu acho � que deviam divulgar o que as m�es desses "cientistas" tomaram durante a gravidez. Assim talvez pudessemos evitar que que nascessem tantos idiotas.

05 dezembro 2004

Cluster ballooning



Quem, quando era puto, n�o sonhou com isto ?

via Presurfer.

Ciclo vicioso

04 dezembro 2004

Os prismas da merda



Catolicismo: Se acontecer merda � porque mereces.
Protestantismo: Que a merda aconte�a a outra pessoa.
Presbiteranismo: Esta merda tinha de acontecer.
Budismo: Qual o som da merda quando acontece ?
Hindu�smo: Esta merda j� aconteceu antes.
Juda�smo: Porque � que esta merda acontece sempre a n�s ?
Comunismo: A merda � de toda a gente.
Capitalismo: Esta merda � minha.
Cristianismo: Rezem para n�o acontecer merda.
Comercialismo: Embrulhe-me esta merda.
Impressionismo: � dist�ncia at� a merda parece um jardim.
Existencialismo: A merda n�o acontece, a merda �.
Rastafarismo: vamos fumar esta merda.
Agnosticismo: O que � esta merda ?
Ate�smo: Que merda ?

adaptado de uma sugest�o do Presurfer.

Fado Reloaded



Hoje o Di�rio de Not�cias traz (por mais 9,90 euros) o CD Am�lia revisited editado pela Difference, que re�ne alguns dos projectos e artistas mais representativos da nova vaga da m�sica em portugu�s entre eles Cool Hipnose, Ana Deus, Jo�o Pedro Coimbra (Mesa) e Kaspar & Rui Murka. Mesmo para quem n�o aprecia particularmente fado, este alb�m � uma excelente mescla de sonoridades contempor�neas e m�sica tradicional.

Vida de gato



B�ris Augusto durante uma sess�o fotogr�fica para ficar eternizado numa tela. A �nica vez que ficou de frente, que era o pretendido, foi a cheirar a c�mara. Mas l� esteve pacientemente na varanda enquanto decorria a sess�o sem perceber muito bem o que se estava a passar. � o que d� ser o gato de um casal gay...

03 dezembro 2004

Museu de Cera



Na foto da direita, e na melhor das hip�teses, o "novo" Ruppert Everet parece envelhecido e sinistro. Porque � que os actores acham que ficarem parecidos com as figuras do Museu de Madame Tussaud lhes melhora a apar�ncia ? O problema � que depois da asneira feita n�o h� undo que lhes valha. E eu que achava tanta gra�a ao Ruppert "velho"...

Me liga, vai



Chris Evans, a mascote n�o oficial do Farpas, � o protagonista (juntamente com Kim Bassinger) do filme Liga��o de Alto Risco que estreia hoje. O filme n�o deve valer nada mas s� de saber que o Chriszito aparece shirtless na primeira cena j� me sinto incentivado a ir ver esta charupada. Depois conto como foi.

02 dezembro 2004

Sexo em Jesusland



O governo de Bush implementou nas escolas um programa sobre a abstin�ncia sexual, que custou cerca de 150 milh�es de d�lares. O problema n�o � a exist�ncia de um programa com esse teor, principalmente por ser volunt�rio. O problema s�o alguns dos factos divulgados no curr�culo desse programa:


  • O aborto provoca a esterilidade;

  • 50% dos adolescentes gays s�o seropositivos;

  • Masturba��o m�tua pode provocar gravidez;

  • O HIV pode ser transmitido pelo suor e l�grimas;

  • Um feto de 43 dias � uma "pessoa pensante";

  • Os preservativos falham na preven��o da transmiss�o do HIV em 31% das rela��es heterossexuais;

Isto � o que se pode chamar de verdadeiro terrorismo sexual.

Primer



"Are you hungry? I haven't eaten since later this afternoon."
-- Aaron, "Primer"

Primer � um filme completamente diferente sobre os paradoxos do tempo. Feito com um or�amento de apenas 7000 d�lares foi a grande sensa��o do ano no Festival de Sundance no qual veio a ganhar o pr�mio de Melhor Filme. Certos realizadores da nossa pra�a deviam v�-lo para aprenderem a queixar-se menos da falta de dinheiro e a investir mais na sua pr�pria imagina��o... J� agora, para quando em Portugal ?

01 dezembro 2004

39,4 milh�



fonte: UNAIDS/OMS.

Por c�



Segundo o �ltimo relat�rio da UNAIDS:

Em Portugal (onde as taxas de novos diagn�sticos de HIV s�o as mais elevadas de toda a Europa), o uso de drogas inject�veis � respons�vel por 50% das infec��es, [enquanto que] as infec��es heterossexuais s�o respons�veis por mais de 40% das novas infec��es registadas em 2002.

Dia S



A �ltima campanha canadense sobre a SIDA orientada para o p�blico gay est� envolta em controv�rsia por ser, segundo alguns sectores mais conservadores, "demasiado expl�cita". Por isso nada melhor do que assinalar o Dia Mundial da Luta Contra a SIDA com um poster dessa mesma campanha.